- O que ela responde
- O que estudar hoje, em que ordem e por quantos minutos
- De onde sai a prioridade
- Dos erros que você registrou no caderno; sem histórico, do que você declara no formulário
- O que muda com a data da prova
- Quanto mais perto, maior a fatia de questões e menor a de leitura
- Onde os dados ficam
- No seu navegador. Não sobem para lugar nenhum e não pedem e-mail
- O que ela não faz
- Não escolhe seu concurso, não busca edital e não promete aprovação
| Matéria | Questões na prova | Como você se sente | Remover |
|---|
Suas matérias ficam salvas neste navegador.
Por que "estudar mais" não é um plano
Quem estuda para concurso raramente sofre por falta de material. Sofre por excesso: PDF baixado, videoaula salva, apostila aberta na página 4 e a sensação de que tudo é importante ao mesmo tempo. Diante disso, a decisão que sobra é a mais confortável — abrir de novo a matéria que você já domina, porque ela dá a sensação boa de fluência.
Um plano do dia existe para tirar essa decisão do momento de cansaço. Ele é feito antes, com a cabeça fria, e diz três coisas que o material sozinho não diz: qual matéria abrir primeiro, por quantos minutos, e quanto desse tempo é leitura e quanto é questão.
Se você ainda não transformou o conteúdo programático em lista, comece pelo checklist do edital. Ele responde o que existe para estudar; esta página responde o que fazer com o tempo de hoje.
Como a prioridade é calculada
A conta é simples de propósito, porque um plano que você não consegue conferir é um plano que você não consegue seguir:
- Peso na prova. O número de questões que a matéria tem no quadro do edital. Uma matéria com 20 questões não pode receber o mesmo tempo que uma com 5.
- Quanto você erra de verdade. Se você usa o caderno de erros, a dificuldade não é perguntada: é contada. A matéria com mais erros em aberto vira o topo da escala e as outras se medem contra ela, de um a três. Só nas matérias sem erro registrado é que vale o que você declarou no formulário.
- O tempo que existe hoje. O resultado é repartido em blocos de no mínimo vinte minutos, porque abaixo disso não é estudo, é olhada.
A escala é relativa ao seu próprio histórico, e não a um número fixo, porque cinco erros é muito para quem registrou dez e pouco para quem registrou cem. Embaixo do plano a ferramenta diz quantas matérias foram medidas assim — se o número for zero, você está lendo uma estimativa, não uma medição.
Quando o tempo do dia não cobre todas as matérias, as que ficam de fora aparecem nomeadas embaixo do plano — e no dia seguinte a lista começa por outra. Sem esse rodízio, a matéria mais pesada monopolizaria todos os dias e as outras nunca seriam abertas.
O dia começa pelo que já venceu, não pela primeira matéria
Quando há questões vencidas no caderno de erros, o primeiro bloco do dia não é matéria nova: é refazer o que voltou. A razão é direta — uma questão que você já errou é a única do dia que já provou ser difícil para você. Todo o resto do plano é aposta baseada no quadro do edital.
Esse bloco tem teto de trinta minutos e nunca engole o dia inteiro. Quem tem vinte minutos precisa sair daqui tendo estudado, não só conferido erro antigo: abaixo de quarenta minutos a revisão é adiada e a ferramenta avisa na tela quantas questões ficaram esperando, em vez de deixar a fila envelhecer em silêncio.
A mesma lógica manda na resposta de cinco minutos. Com o caderno vazio, ela sugere três questões novas da matéria mais prioritária. Com fila vencida, ela manda refazer as mais antigas — em cinco minutos nada rende mais do que uma questão que você já errou uma vez.
Por que a data da prova muda o plano
Ler conteúdo novo e resolver questões não valem a mesma coisa em todo momento da preparação. Com meses pela frente, ainda dá tempo de construir base, e a maior fatia do bloco é leitura. Faltando uma semana, conteúdo novo quase não chega a tempo de virar acerto, e o bloco vira quase todo questão e revisão do que você já viu.
Por isso a data da prova é um campo e não um detalhe. Informada, ela desloca a proporção dentro de cada bloco. Em branco, o plano fica equilibrado — e a ferramenta diz isso na tela, em vez de fingir que sabe.
A data oficial está no edital do seu concurso. Se você ainda não sabe qual acompanhar, o portal de concursos por estado e cidade traz banca, prazo e data de prova com o link da página oficial de cada órgão.
Ler não é estudar: por que todo bloco tem questão
Nenhum bloco desta ferramenta é só leitura, e isso é proposital. A leitura produz reconhecimento — você olha o texto e ele parece familiar. A prova não pede reconhecimento, pede recuperação: lembrar sem o texto na frente. São coisas diferentes, e é por isso que existe quem leia a apostila inteira e trave na hora da prova.
Resolver questão logo depois de ler é o jeito mais barato de descobrir a diferença ainda em casa. Erro em treino é informação; erro na prova é vaga. Para saber quantas questões você precisa acertar e onde o esforço rende mais, use a calculadora de acertos.
E quando o dia não colabora, existe a resposta de cinco minutos que a ferramenta também devolve: três questões da matéria mais prioritária, com gabarito conferido na hora. Cinco minutos resolvendo mostram um buraco; cinco minutos lendo só dão sensação de progresso.
Como encaixar a trilha na semana
As ferramentas foram feitas para serem usadas em sequência, e cada uma responde uma pergunta diferente:
- Checklist do edital — o que existe para estudar.
- Cronograma por peso — quanto tempo cada matéria recebe na semana.
- Trilha do dia — o que fazer com o tempo de hoje, dentro desse cronograma.
- Caderno de erros — o que você errou e quando refazer. É ele que, do segundo mês em diante, passa a mandar na ordem desta página.
- Calculadora de acertos — quanto falta para a sua meta.
Se boa parte do seu tempo é deslocamento, veja como combinar apostila e audiobook: o bloco de leitura pode virar escuta sem perder a parte de questões, que é a que não dá para terceirizar.
As outras ferramentas gratuitas
- Caderno de erros: o que você errou volta antes de você esquecer — Registre a questão errada e o motivo do erro. A ferramenta agenda a revisão e mostra se o seu problema é conteúdo ou leitura de enunciado.
- Edital verticalizado: transforme o conteúdo programático em checklist — Cole o conteúdo programático do seu edital e receba um checklist numerado, com barra de progresso e marcação salva no seu navegador. Gratuito e sem cadastro.
- Gerador de cronograma de estudos por peso do edital — Informe as disciplinas com questões e peso, diga quantas horas tem por semana e receba a distribuição proporcional do seu tempo. Grátis, sem cadastro.
- Calculadora de acertos: quantas questões faltam para a sua meta — Informe disciplinas, pesos, notas mínimas e a pontuação que você quer atingir. A calculadora mostra quantas questões faltam e onde cada acerto rende mais.
Apostilas com PDF e audiobook
- Redação — Ensino Fundamental Completo — PDF, resumo em áudio e 8 capítulos. Candidatos a cargos de Ensino Fundamental Completo.
- Professor Adjunto I — Santos 2026 — PDF, resumo em áudio e 8 capítulos. Professor Adjunto I (código 101) — Prefeitura de Santos.
- SME-SP PEIF — Pré-edital 2026 — PDF, resumo em áudio e 8 capítulos. Professor de Educação Infantil e Ensino Fundamental I — PEIF, SME-SP.
- Agente de Trânsito — DETRAN-SP 2026 — PDF, resumo em áudio e 8 capítulos. Agente Estadual de Trânsito (código 401) — DETRAN-SP.
- Assistente Administrativo - Matão 2026 — PDF, resumo em áudio e 8 capítulos. Agente de Gestão Pública - Assistente Administrativo, código 101 - Matão/SP.
Material independente de estudo, sem vínculo com órgãos públicos ou bancas organizadoras. Não divulgamos vagas, datas ou inscrições abertas e não há garantia de aprovação. Confirme sempre as informações no edital oficial.
Perguntas frequentes
Meus dados vão para algum servidor?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as matérias ficam no armazenamento local do aparelho. Se você limpar os dados do navegador ou abrir em outro aparelho, a lista não aparece lá.
O plano muda se eu clicar duas vezes no mesmo dia?
Não. Com os mesmos números, o resultado é o mesmo dentro do mesmo dia. A ordem só gira quando você volta em outro dia de calendário, para que a lista não comece sempre pela mesma matéria.
Por que o mínimo é vinte minutos?
Porque abaixo disso o bloco não chega a virar estudo. Em menos de vinte minutos dá para revisar ou resolver poucas questões, e a ferramenta oferece exatamente isso na resposta de cinco minutos.
Preciso preencher o peso de cada matéria como no cronograma?
Não. Aqui basta o número de questões que a matéria tem na prova e o quanto você se sente firme nela. O peso do edital, quando existe, entra no gerador de cronograma.
Preciso usar o caderno de erros para a trilha funcionar?
Não. Sem caderno, a trilha usa o que você declarou no formulário e funciona igual. Com caderno, ela para de perguntar se você está travado numa matéria e passa a contar os erros que você deixou em aberto nela.
Escrevi a matéria com acento na trilha e sem acento no caderno. Conta igual?
Conta. As duas ferramentas comparam o nome sem acento e sem diferença entre maiúscula e minúscula, então "Direito Administrativo" e "direito administrativo" são a mesma matéria. Nomes realmente diferentes, como "Português" e "Língua Portuguesa", continuam separados.
A ferramenta garante aprovação?
Não, e nenhuma ferramenta pode garantir. Ela organiza a decisão do dia para que o tempo disponível caia nas matérias que pesam mais e nas que você domina menos. O resultado depende do estudo.
Página atualizada em 2026-10-24. Autoria: Trilha Aprova.
